
Joint venture de Pierre Lurton do Chateau Cheval Blanc e de Roberto de La Mota da Terrazas de Los Andes.
O vinho é um corte bordalês com predomínio de Cabernet Sauvignon. Um boa parcela de Malbec (+/- 40%) e pequenas porções de Petit Verdot. Vinhas velhas para a Malbec (74 anos) e mais jovens para as outras variedades (15 anos). Detalhe importante: vinhas Malbec não enxertadas pré-filoxera.
Ainda muito jovem, fechado no olfato, violáceo, impenetrável à luz. Em boca percebe-se a mistura de estilos. Elegância par e passo com a fruta em confit. Macio, redondo, taninos domesticados, pouco se percebe o carvalho (são 18 meses de barrica nova). Carece de um pouquinho mais de acidez. Há de crescer com a guarda já que ao fundo notam-se sabores ainda escondidos nessa pequena jóia. Não costumo regozijar-me com os caldos argentinos mas aqui temos algo mais complexo e sedutor.

Nenhum comentário:
Postar um comentário